| Arcebispo Chaput adverte do perigo do orgulho e da vaidade |
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“Emerge de maneira evidente em nossa política e nossa ciência, na constante erosão de nosso respeito pelos mais fracos, pelos enfermos e deficientes”, reconheceu. “O impulso de orgulho – a ânsia por quebrar tabus e inflar o próprio ego – exerce seu fascínio especialmente sobre os artistas e outros criadores de cultura de alto nível". Em seu discurso, intitulado “O Príncipe deste mundo e a evangelização da cultura”, Dom Chaput afirmou que “a vaidade nutre o conflito e o sofrimento”. “A vaidade do gênio criativo tem uma essência que remonta ao início do tempo, ao momento do non serviam do próprio Satanás”. “Ele foi o primeiro representante do orgulho e da rebelião, o grande sedutor do homem”, acrescentou. “Satanás é real”. Época das urgências “Vivemos em uma época que se considera pós-moderna e pós-cristã”, constatou o prelado. “É um momento definido pelo ruído, pela urgência, pela ação e fama de resultados práticos”. “Nossas urgências, no entanto, escondem uma profunda ansiedade com relação ao futuro, um tipo de egoísmo e desespero muito bem maquiados”. “O mundo que nos circunda tem um vazio em seu coração, e este vazio é nocivo. Apenas Deus pode preenchê-lo”. “Deus nos convida a diversas formas de serviço em sua Igreja, mas somos todos iguais pelo Batismo, e todos compartilhamos da mesma missão de levar o Evangelho ao mundo, e de levar o mundo ao Evangelho”, disse. Dirigindo-se a "todos os que têm uma influência especial na cultura", principalmente os artistas, Dom Chaput afirmou que “Deus nos permite conhecer e amar o mundo por meio das obras do gênio humano”. “Nossa criatividade de criatura é um eco da glória criativa de Deus”. Para os cristãos, disse o prelado, “a arte é uma santa vocação, que tem o poder elevar o espírito humano e levar homens e mulheres até Deus”. “Como católicos, temos o dever de estudar e compreender o mundo que nos rodeia, assim como temos o dever de convertê-lo a Jesus”, declarou. “Esta obra compete a nós todos – clero, leigos e religiosos; somos todos missionários”, concluiu. Fonte: http://www.zenit.org/index.php?l=portuguese
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O arcebispo de Denver, nos EUA, Charles Chaput, advertiu os artistas sobre o perigo representado pelo orgulho e pela vaidade, que pode levá-los a trair sua missão de manifestar a glória de Deus no mundo.