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É proibido ajoelhar-se durante a consagração?
Palavras do Sacerdote

Assim está escrito: “para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fl 2,10)

Ora, o momento da consagração eucarística é o mais solene, o mais importante da vida do cristão. Ele faz memória, ou seja, traz para o presente, o sacrifício de Jesus. A imolação do Cordeiro. A Nova Aliança. A remissão dos pecados. Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar.

Por que, então, surge a tendência entre os liturgistas de que não é necessário mais ajoelhar-se no momento da consagração eucarística? Alguns alegam razões históricas, razões contrárias à Tradição e tentam, de diversas maneiras, justificar o que não tem justificativa. Eles têm razões, mas não tem razão. A liturgia é regida por leis e estas leis devem ser obedecidas, tudo o mais se torna irrelevante diante dessa realidade.

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Combatendo na esperança
Notícias

O cristão luta porque sabe que ao seu lado estão os santos e a providência divina

A luz dos povos de que fala o Concílio Vaticano II só pode ser Jesus, porque somente Ele é capaz de iluminar as consciências humanas, trazendo-as de volta para a sua finalidade última: o encontro com Deus. A tarefa de todo cristão, por conseguinte, consiste em fazer com que essa luz "brilhe diante dos homens", a fim de que "vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus" (Cf. Mt 5, 16).

A fé cristã constitui o grande baluarte da civilização. É com base em sua doutrina que se evidencia a identidade do ser humano, principalmente no que diz respeito à vida, à família e à educação; os três princípios inegociáveis da dignidade humana que formam, por assim dizer, o "caminho para a consecução do bem comum e da paz"01. Foi precisamente a defesa desses princípios, além, é óbvio, do enraizamento no coração da Igreja - que fez com que os homens extraíssem dos sacramentos a graça necessária para o combate às misérias deste mundo - o alvorecer da cristandade, tida pelo historiador Daniel-Rops como "talvez o período mais rico, mais fecundo e, sob muitos aspectos, mais harmonioso de todos"02.

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Papa Francisco: a vida cristã é uma luta contra o demônio
Notícias

"Não se pode pensar numa vida espiritual, numa vida cristã, sem resistir às tentações, sem lutar contra o diabo, sem vestir esta armadura de Deus"

A vida cristã é uma “luta” contra o demônio, o mundo e as paixões da carne. Foi o que afirmou o Papa na Missa presidida hoje (30/10) na Casa Santa Marta.


Na homilia, Francisco comentou as palavras de São Paulo que, dirigindo-se aos Efésios, “fala da vida cristã numa linguagem militar”. O Papa destacou que “a vida de Deus deve ser defendida, se deve lutar para levá-la avante”. Portanto, são necessários força e coragem “para resistir e para anunciar”.

Para prosseguir na vida espiritual – reafirmou – é preciso lutar. Não se trata de um simples confronto, mas de uma luta contínua. Francisco identificou três inimigos da vida cristã: “o demônio, o mundo e a carne”, ou seja, as nossas paixões, “que são as feridas do pecado original”. Certamente, observou, “a salvação que Jesus nos dá é gratuita”, mas somos chamados a defendê-la.

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