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Como celebrar a Festa de Cristo Rei
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Saiba como alcançar as indulgências para esse dia

Diante de todos os acontecimentos que, estarrecidos, nos nossos dias contemplamos em todo o mundo, onde a intolerância tem sido causa de violência, de destruição; onde a vida perdeu o valor e o medo se tornou o companheiro da humanidade, não nos cansemos de proclamar o senhorio de Jesus.

A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar, com confiança, à Cristo, Rei de Misericórdia (cf. Diário de Santa Faustina, 300).

Assim se exprime o Papa Pio XI a esse respeito:

“Se soubessem os homens resolver-se a reconhecer a autoridade de Cristo em sua vida particular e pública, deste ato para logo dimanariam em toda a humanidade incomparáveis benefícios: uma justa liberdade, a ordem e o sossego, a concórdia e a paz (…).

Se os príncipes e governos legitimamente constituídos tivessem a persuasão de que regem menos no próprio nome do que em nome e lugar do Rei Divino, é manifesto que usariam do seu poder com toda a prudência, com toda a sabedoria possíveis. Em legislar e na aplicação das leis, como haveriam de atender ao bem comum e à dignidade humana de seus súditos! Então floresceria a ordem, então veríamos difundirem-se e firmarem-se a tranquilidade e a paz (…).”

A Festa do Reinado de Cristo deve ser ocasião oportuna para renovarmos nossa adesão pessoal ao Senhorio de Jesus. Pelo Batismo Jesus se assenhoreou de nós. Pertencemos a Ele e nada poderá mudar isso.

Reavivemos, então, na Festa de Cristo Rei a nossa vocação. Voltemos a Ele decididamente. Deixemo-nos convencer de uma vez por todas de que sem Ele nada tem sentido. Sem Ele nada somos, mas com Ele tudo podemos.

Rezemos com fervor, neste dia, para que Jesus seja o Rei de todos os corações, para que a graça de Deus brilhe em toda alma. Para que em nossas vidas glorifiquemos a Cristo Rei, cumprindo fielmente a Sua santa Vontade.

Além de participarmos com toda disposição e renovado fervor interior da Santa Missa em honra a Cristo Rei somos convidados a rezar o ato de consagração a Jesus Cristo Rei (abaixo), previsto no manual de Indulgências da Igreja.

Somos convidados a rezar também a oração do Solene Ato de Consagração do Mundo à Divina Misericórdia feito pelo Santo Padre São João Paulo II em 17 de agosto de 2002, no Santuário da Divina Misericórdia, em Cracóvia-Łagiewniki, na Polônia (na sequência):

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Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino
Notícias

A Igreja chega, enfim, ao término de mais um ano litúrgico. Neste domingo, Solenidade de Cristo Rei do Universo, os fiéis são chamados a reconhecer o reinado de Deus sobre todos os povos e nações.

A Solenidade de Cristo Rei do Universo é relativamente recente. Foi Pio XI, na primeira encíclica de seu pontificado, quem a estabeleceu, em 1925. Na Quas Primas, o Santo Padre almejava recordar o senhorio de Jesus sobre todos os reinados, governos e instituições. Via isso como tarefa urgente, dada a crescente rejeição dos ensinamentos da Igreja por parte dos homens, retirando Jesus Cristo e sua lei sacrossanta tanto da vida particular quanto da vida pública. "Baldado era esperar paz duradoura entre os povos - ditava o Papa -, enquanto os indivíduos e as nações se recusassem a reconhecer e proclamar a Soberania de Nosso Senhor Jesus Cristo"01.

Já naquela época, o Santo Padre enxergava com preocupação o avanço do pensamento laicista, que, reivindicando uma pretensa neutralidade do Estado em assuntos religiosos, joga para escanteio os ensinamentos do Sagrado Magistério, sobretudo no que diz respeito à moral e à dignidade da pessoa humana. Essa realidade, infelizmente, é ainda hoje observável em uma centena de ações contrárias à fé cristã, quer no âmbito público, quer no âmbito privado.

O princípio laicista se resume na ideia de que a religião seria um assunto da esfera privada, não sendo, portanto, possível respaldá-la nos debates públicos. Com efeito, as discussões concernentes a temas como aborto, casamento gay, eutanásia e etc não deveriam levar em conta a moral cristã; a razão seria o suficiente para o discernimento dessas questões.

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10 exemplos de que a ciência está provando que a Igreja está certa e a mentalidade atual está errada
Notícias

Pesquisas científicas produzem provas constantes de que, ao ignorar a doutrina moral católica, nós prejudicamos a nós mesmos

A doutrina católica tem sido desafiada continuamente pelo “triunvirato” formado pelos âmbitos da universidade, da mídia e do governo. Muitos de nós, católicos, também nos vemos desafiados em nossa vida diária a deixar de lado as nossas crenças no contexto das nossas carreiras profissionais, do nosso exercício da paternidade e do nosso modo de vida.

Os católicos adultos precisam entender e abraçar decididamente a doutrina católica com seu intelecto e com a sua razão. Não podemos nos contentar em acreditar e aceitar o ensinamento da Igreja só porque os nossos pais e professores "nos disseram assim". Neste processo, podemos entrar em conflito com alguns ensinamentos em particular devido às nossas próprias falhas, falta de boa catequese e outras razões. E, mesmo como adultos, a nossa fé pode ser desafiada quando a vida e as práticas de pessoas que respeitamos e amamos contradizem a doutrina católica. Quando isto acontece, eu tento ver a relevância da minha fé para a vida delas.

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